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Homem que se passava por curandeiro é preso suspeito de estuprar menor durante atendimento no Piauí

Investigado oferecia serviços espirituais e farmacêuticos dentro da própria residência, em Barras. Segundo a Polícia Civil, ele teria se aproveitado de um atendimento para cometer o crime contra uma vítima menor de idade.

Homem que se passava por curandeiro é preso suspeito de estuprar menor durante atendimento no Piauí
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Um homem que se apresentava como “rezadeiro” e “curandeiro” foi preso preventivamente, na tarde desta quarta-feira (4), suspeito de cometer estupro de vulnerável contra uma vítima menor de idade no município de Barras, no Norte do Piauí.

A prisão foi realizada por equipes da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher e aos Grupos Vulneráveis (DEAMGV), em cumprimento a um mandado judicial expedido após o avanço das investigações.

De acordo com a Polícia Civil, o investigado realizava atendimentos espirituais e de natureza farmacêutica na própria residência, cobrando valores das pessoas que procuravam seus serviços.

Suspeito teria aproveitado atendimento para cometer abuso

Segundo o delegado seccional de Barras, Welder Melo, as investigações apontam que o homem teria se aproveitado de um dos atendimentos realizados em sua casa para praticar atos de natureza sexual contra a vítima.

O investigado utilizava a própria residência como local de atendimento, onde recebia pessoas interessadas nos serviços oferecidos.

A Polícia Civil reuniu elementos durante a apuração que fundamentaram o pedido de prisão preventiva, posteriormente autorizado pela Justiça.

A identidade da vítima e outros detalhes que possam permitir sua identificação estão sendo preservados.

Polícia encontra materiais durante buscas na residência

Durante o cumprimento do mandado, os investigadores realizaram buscas no cômodo onde o suspeito atendia seus clientes e onde também foi localizado.

No ambiente, os policiais apreenderam preservativos e produtos lubrificantes, que poderão ser analisados no decorrer das investigações.

Segundo a Polícia Civil, os materiais foram recolhidos durante a operação e passaram a integrar os procedimentos relacionados ao caso.

A apreensão dos objetos, isoladamente, não comprova a prática do crime, cuja apuração depende do conjunto de provas reunidas pelas autoridades.

Homem permanece à disposição da Justiça

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para os procedimentos legais e colocado à disposição do Poder Judiciário.

O caso é investigado como estupro de vulnerável, crime previsto no Código Penal Brasileiro.

A Polícia Civil informou que segue atuando no enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, com foco na investigação e responsabilização dos envolvidos.

A prisão preventiva é uma medida cautelar e não representa condenação definitiva.

Violência sexual contra crianças exige atenção e denúncia

O caso chama atenção para a importância da proteção de crianças e adolescentes em situações de vulnerabilidade, inclusive em ambientes onde adultos oferecem serviços de atendimento ou assistência.

Suspeitas de violência sexual podem ser comunicadas à Polícia Civil, ao Conselho Tutelar ou pelo Disque Direitos Humanos, no número 100.

A preservação da identidade das vítimas é fundamental para evitar exposição indevida e novos danos.

O Teresinapontocom continuará acompanhando as investigações e os desdobramentos do caso.

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